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DESCOMPASSO de Onofre dos Santos

DESCOMPASSO de Onofre dos Santos

A HOLOS orgulha-se de ter viabilizado mais uma obra. Desta vez, DECOMPASSO de Onofre dos Santos.

O romance histórico é ferramenta que permite reescrever de forma sub-reptícia a percepção da verdade. Assim, nada dispensa o leitor de um cuidado redobrado. Acresce, neste caso, que há personagens centrais vivas, a saber: Deodato Coutinho; Amadeu Castilho Soares; Fernão Fernandes Thomáz; Jaime de Sousa Araújo e Adriano Moreira. Cada um viveu esta época intensamente e (res)guarda a sua verdade. Importa respeitar.decompasso-mockup

Fica o introdutório aviso que os diálogos são criação do autor e devem ser considerados «Pura Ficção». Quanto aos acontecimentos críticos que ocorreram, com raras excepções assinaladas, foram escrutinados e verificados, e em anexo o leitor encontrará um conjunto de documentos que adicionam detalhe.

Aceito naturalmente que este livro seja julgado como tendencioso (não serão todos?) porque apresenta a verdade de Onofre dos Santos que assumindo uma vez mais o seu papel de escritor a defende de forma surpreendente e cativante. Que sirva, este argumento também, de estímulo para que mais se juntem, em réplica ou não, nesta tarefa da escrita.

O romance desenvolve-se essencialmente em 1961-62, período difícil e ainda pouco estudado da História Portuguesa — falta distância. Eram então Presidente do Conselho e Ministro da Defesa, o Professor Doutor António de Oliveira Salazar, Ministro do Ultramar, o Professor Doutor Adriano Moreira e Governador-Geral e Comandante-Chefe das Forças Armadas em Angola, o General Venâncio Deslandes. Podia intitular-se «O Bom, o Mau e o Vilão», cabendo ao leitor, fazer a sua escolha ao longo da trama; ou «Desatino» pela incapacidade de acerto de acção… tanto foi o «Descompasso» no final.

Aconteceu:

Mar de Letras Entrevista Onofre dos Santos


Os diálogos entre Portugal e Angola – Revista Estante


Onofre dos Santos no programa Grande Entrevista da TPA


Entrevista ao Semanário O PAÍS