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Continuamos a aprender fazendo e, graças à nossa participação em diversos projetos no Médio Oriente, Golfo da Guiné e na Europa, gostaríamos de partilhar o nosso conhecimento e experiência nessas regiões e ajudar a construir um triângulo multinacional entre a África, a Ásia e a Europa.

Nós podemos ajudá-lo a promover suas vantagens, recursos, competências e habilidades dentro dessas regiões e ajudar a preencher as suas lacunas com os de terceiros.

Este é para nós o significado real de colaboração. Ligando os nós numa perspectiva internacional para produzir sustentabilidade, “matchmaking” para a cooperação sinergética e abrir novos recursos e mercados para alcançar um nível mais elevado de desempenho para o seu negócio.

Isto é o que chamamos de “Consultoria Estratégica para o Médio Oriente e África“.

A (re)entrada num novo mercado, em especial Africano ou no Médio Oriente, não fica assegurada nem pela elevada dimensão nem pela vasta experiência da empresa.

Para além das imperiosas características específicas o que assegura, ou não, o sucesso da afirmação num novo mercado depende igualmente da criação de um processo de recolha de informação de qualidade, aliado à construção de uma rede de empresas e entidades parceiras (quer no seu sector de actuação, quer nos sectores complementares).

O que podemos fazer:

  • Ajudar as PME no processo de internacionalização, proporcionando-lhes informação relevante sobre a região alvo;
  • Encontrar os parceiros locais certos para si;
  • Apoiar a sua internacionalização com a análise de risco do negócio;
  • Desenvolvimento de Negócios;
  • Aconselhamento jurídico para entender as regras locais e procedimentos;
  • Ajudar a encontrar as fontes de financiamento adequadas para os seus projetos.

A afirmação numa nova região é um processo árduo e longo e a natureza deste comporta múltiplos riscos.

O risco principal está na dificuldade de identificação dos actores, dos parceiros, e das oportunidades que lhe permitem aumentar a taxa de sucesso na obtenção de novos projectos e em simultâneo diminuir as probabilidades de incumprimento, que se podem transformar em perdas significativas, se houver incapacidade de recuperar os valores investidos.

Ora, porque a entrada e afirmação de uma nova empresa no mercado é particularmente difícil, tendo em consideração a informalidade das relações, a intensidade do passado recente marcado por instabilidades deixou marcas profundas na sociedade, devem os grupos empresariais dedicar particular atenção à inteligência competitiva, «competitive intelligence», que se entende epistemologicamente como a área do saber suportada em metodologias típicas da produção de informações, baseada em modelos de análise e destinadas a diminuir a assimetria da informação disponível aos actores sociais, nas suas diversas modalidades e áreas de actuação.

Desta forma será possível um conjunto de compromissos, nomeadamente no que se refere a comportamentos que mitiguem os riscos potenciais, aos quais se associa normalmente a fragilidade do processo de afirmação num novo mercado. É neste contexto que se inserem as medidas de inteligência competitiva. As orientações nesta matéria respondem a duas preocupações fundamentais.

A primeira ligada ao conhecimento do contexto geopolítico e político, em especial numa «assimetria de informação», quanto aos seus directos competidores já no mercado. A segunda, relacionada com a selecção adequada das actividades de promoção e visibilidade de marca, que permitem uma afirmação estrutural e de longo prazo.

Região do Golfo da Guiné

A área geopolítica da Região do Golfo da Guiné.

Região do Médio Oriente

A área geopolítica da Região do Médio Oriente.