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Uma Arquitetura Orientada a Serviços (SOA – Service Oriented Architecture) é um conjunto de serviços que comunicam mutuamente. O processo de comunicação pode implicar a simples passagem de dados ou uma coordenação entre dois ou mais serviços de uma atividade.

A intercomunicação implica a necessidade de deter alguns meios. Desta forma é garantida a interligação de dois ou mais serviços. A aplicação deste paradigma resulta num método para o desenvolvimento e integração de sistemas, que agrupam funcionalidades em torno dos processos, fornecendo-os como serviços interoperacionais.

Um agente de software é uma entidade de software que age em vez de um utilizador ou em vez de outro programa, assumindo uma relação de “agência”. Esta “ação em nome de” implica uma autoridade para decidir que ações são apropriadas. No caso da Holos, os agentes de software têm sido utilizados na implementação de sistemas complexos, onde a modularidade, encapsulação e autonomia desempenham papéis chave.

Os agentes de software da Holos têm vindo a ser aplicados em diversas áreas, tais como a navegação na internet. Assim, um catálogo de páginas Web pode ser construído de forma automática, ou pode ser utilizdo para consolidar bases de dados que se tornaram assíncronas devido a falhas de comunicação.

Relativamente à automatização de fábricas, a Holos está focada na investigação de uso de agentes inteligentes ao nível dos dispositivos mais básicos (garras, transportadores, cilindros). O objectivo é inferir que pesquisa deverá ser feita, de forma a criar uma metodologia e uma arquitetura em que os dispositivos de manufatura possam ser abstraídos como agentes inteligentes. O principal desafio é desenvolver agentes industriais que possam ser implementados em dispositivos programáveis de reduzidas dimensões e desenvolver poder computacional capaz de atuar em runtime. Os mesmos desafios estão a ser enfrentados pela Holos no que respeita à utilização de Arquiteturas Orientadas aos Serviços (SOA – Service Oriented Architectures) de forma a que possam suportar o desenvolvimento de sistemas inteligentes compostos por micro dispositivos. Neste caso, o desafio é implementar uma arquitetura em micro dispositivos e criar sistemas complexos com base em componentes individuais sem necessidade de reprogramação.