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No quadro da assimetria de informação, acrescem duas outras dimensões: de um lado, a (re)acção dos competidores no mercado suportado em relações de grande duração e, do outro lado, o tema da «representatividade», no sentido em que surgem diversos actores que se procuram promover como essenciais ao Grupo para a afirmação na região.

As linhas de protecção têm que ser desenhadas para operarem no sentido da criação de interlocutores que suportem a actuação em níveis sucessivos e complementares.

O nível topo, frequentemente constituídos por um pequeno grupo bem identificado, e representado por um interlocutor, opera como uma linha de influência macro; os sucessivos níveis são responsáveis pela suporte e sucesso da operacionalização das actividades. É assim necessário identificar e garantir que os interlocutores estratégicos únicos assegurem o grau de influência prometido para a consolidação da posição no mercado.

Contudo, é igualmente crucial sucessivos níveis de suporte às actividades do Grupo, nível de operacionalização, que permitam a sua boa concretização, tando a nível da influência intermédia, como nos sectores complementares à actividade principal.

A consolidação de uma posição no mercado está, por isso, intimamente ligada à construção desta estrutura de suporte, respeitando integralmente os quadros regulatórios nacionais e internacionais.

Mas, ao mesmo tempo, esta estrutura deve ser projectada com amplitude suficiente para além da mera operacionalização da actividade no mercado. É, também, um quadro de referência que permite a expansão a novos mercados em toda a região. É, por isto, um referencial integrado, que deve ser acompanhado e refletir as características dinâmicas do mercado, da região e do grupo empresarial.